sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Report *Campeão* PTQ Kamigawa: Neon Dynasty

Por Leandro "Stalker"

Mais de uma década sem posts nesse blog. Como as coisas mudaram. Essa era a cara da nossa web em 2010, sem design responsivo já que a adoção de smartphones ainda estava engatinhando. Se você estiver lendo isso do celular, recomendo deixa-lo na horizontal.

Em homenagem à este blog que eu e o Thorgrim criamos em 2008, nada mais poético que publicar o report do PTQ aqui. Bem vindo a esse túnel do tempo, e aproveite a história dessa jornada, que começou há muitos e muitos anos atrás.

Intro

Um pouco sobre mim. Comecei no magic bem cedo, em 1995, aprendendo a jogar através de um manual minúsculo que vinha nos starter decks, e incontáveis horas jogando Shandalar, mas foi só em 2006, já com 21 anos nas costas que eu tive a oportunidade de conhecer o lado competitivo do jogo, com os campeonatos de loja (FNM), PTQs e os saudosos Regionais. Foi uma época que dá muitas saudades, pois tive a oportunidade de fazer amizades que duram até hoje, e viagens inesquecíveis pelo interior de São Paulo, e GPs na América Latina (Buenos Aires, Santiago). Muitas dessas histórias estão imortalizadas aqui no blog, e outras ficam só na nossa cabeça, sendo lembradas nas mesas de bar (outra coisa que parece que vai ficar na memória também, com essa pandemia que não tem prazo para acabar).

Porém, o ano de 2009, foi um fim de ciclo para mim e o início de uma fase de mais responsabilidade. Eu tinha acabado de me formar em engenharia, o Brasil e o mundo estavam em mais uma crise, e acabei aceitando uma oferta de emprego, onde fui morar numa cidade no interior do Amazonas. Foram quase 4 anos morando no Norte do Brasil e praticamente sem jogar ou acompanhar as notícias de magic. Joguei alguns GPs em SP no período, mas sem preparação alguma, apenas uma desculpa para viajar e rever velhos amigos. Voltei para SP no começo de 2013, me casei em 2014, tive uma filha em 2018 e finalmente voltei para o magic no começo de 2020. Uma amiga do trabalho me convidou para jogar o pre-release de Theros. Eu fui, ela não foi, e mesmo assim foi divertido. Pude reencontrar o Fox na Academia de Jogos e lá ele já me deu aquela ducha de água fria sobre o que o ambiente competitivo do magic havia se tornado. Foi lá também que fiquei sabendo do Arena. Obviamente que chegando em casa, instalei o programa e estava declarado o meu retorno ao grind diário do magic.

Uma das primeiras pessoas que eu contatei nesse retorno foi o Sandoiche e foi uma grata surpresa. A gente se conheceu por volta de 2006-2007 e na época ele era um adolescente que vinha da baixada santista para jogar PTQs em SP e mantínhamos contato por um canal do mIRC, que contava também com outras pessoas ilustres como o Shooter, Paulo TTE, Thorgim, Bertu, um tal de PV e um rapazinho chamado Lucas Caparroz dando seus primeiro passos no magic. Digo que foi uma grata surpresa esse reencontro com o Sandoiche, pela pessoa que ele havia se tornado. Um escritor de artigos da Ligamagic, o principal streamer de Magic no Brasil e também assumindo as responsabilidades de ter uma família e a de ser pai.

Outra pessoa que fiquei feliz de contatar foi o Rastaf, que conheci também adolescente, com seus 16-17 anos. O wikipedia deveria ter uma foto dele quando alguém procurasse por "jogador de magic competitivo". Eu presenciei a jornada e frustrações até ele ganhar seu primeiro PTQ. Foram tantos "quase", que eu acredito que fortaleceram a mentalidade dele e que ecoam até hoje. Nada mais justo de saber que depois de 10 anos (do tempo que eu parei até o retorno), o Rastaf já havia jogados dezenas de Pro Tours e estabelecido sua imagem no cenário mundial de magic.

Nesse retorno também tive um reencontro com o pessoal da velha guarda do magic. Binho, Naka, Boi e o Sergio Longo. Saber que eles estavam jogando Arena também ajuda a manter você empolgado. Apesar do distanciamento físico dos últimos anos, ter um grupo de apoio para trocar ideia, treinar e torcer nos torneios ajuda a manter a moral em alta, mesmo quando cada um passa por momentos de baixa de tempos em tempos.

E porque contar sobre tudo isso, ao invés de ir direto para o report do torneio? Bom, antes de mais nada, o contexto e principalmente a jornada são mais importantes do que o resultado de um torneio. Sim, jogar um Pro Tour é algo que eu sonho desde 2006. Foram 16 anos até que isso se realizasse, e com preparação e um pouco de sorte, esse dia finalmente chegou, então hora de compartilhar um pouco dessa história com vocês.

Preparação

Uma coisa interessante e que muda bastante quando você é solteiro para quando se é casado, é que o fim de semana é o momento da família. Você não pode simplesmente falar "vou jogar um PTQ e ficar o dia inteiro ocupado". Por isso cada oportunidade de jogar um PTQ tem que ser planejada com muita antecedência e evitar stress desnecessário em casa. O combinado não sai caro. Isso também implica que não da para sair jogando campeonato todo fim de semana. Eu adoraria ter jogado os campeonatos da Red Bull e da HG, mas meu foco sempre foram os PTQs, então eram esses que eu priorizava no calendário. Aqui em casa o equilíbrio se estabeleceu em 1-2 eventos por mês, o que torna as chances de ganhar um evento ainda mais difíceis. Uma vez que o Hooglandia Open foi anunciado e que o campeão ganharia uma vaga para o Kamigawa Set Championship, fui logo fazer a minha inscrição e lockar o calendário da família.

 Com isso feito, o próximo passo foi escolher o deck.

De todos os formatos do Arena, Historic deve ser o que eu tenho mais experiência, por ser um formato com uma grande variedade de decks, e onde eu acho que é possível ter uma winrate maior do que no standard, pois ter bons planos de sideboard para as principais matches é uma das maiores habilidades que você tem que desenvolver para ter sucesso nesse formato. Standard muitas vezes parece que quem está na play leva uma vantagem enorme.

Por muitos e muitos meses meu deck favorito no Historic foi o GW Company, com Lovestruck Beast, Henge, Ooze, Archon of Emeria entre outros. Facilmente pegava Top100 na Ladder do Arena com esse deck, mas desde o lançamento do Alchemy e o nerf no Luminarch Aspirant o deck deu uma piorada na performance e era hora de trocar de deck. Nesse momento fui falar com o Simon Nielsen. Perguntei se ele ainda achava o GW Heliod que ele usou no Innistrad Championship ainda era bom, e ele respondeu que o Heliod ou BG Food seriam boas opções para um torneio.

Joguei algumas partidas com o BG Food, e logo descartei o deck, por alguns motivos. A mirror match é um pesadelo, e o deck já tava bem no radar, ou seja, todos os oponente estariam preparados para enfrentar o infame cat/oven. Jogar um campeonato longo com um deck que usa muito do clock é sempre um risco, e minha experiência me ensina que após a 4-5 rodada, você começa a cometer erros por causa dessa fadiga mental e para esse PTQ, eu não queria correr esse risco.

O Simon tinha acabado de publicar todos os jogos dele do Innistrad Championship no youtube, com comentários muito bons e um plano de sideboard para o GW Heliod. Eu não queria inventar a roda, e acho que o mais importante nesse momento é utilizar todo o conhecimento que ele já tinha sobre o deck, aplicar mais algumas horas de treino para tunar a lista e validar os planos de sideboard.

De cara eu gostei do deck. Muito consistente. Com um bom plano A (Agressão com os drops 2), e um bom plano B, o combo de esquilos. Isso torna o deck resiliente, pois o oponente precisa ter respostas para esses dois planos de jogo. Além disso, pós-sb a vantagem fica ainda maior, pois você consegue trazer as ferramentas que impedem seu oponente de impedir seu plano A/B. Os resultados nos treinos estavam promissores, não que isso seja muito relevante. O maior importante nesse momento era jogar várias partidas e praticar algumas mecânicas do deck, como colocar marcador no Oak com 2 Soul Wardens na mesa, e saber lidar com a interface e limitações do Arena.

Uma coisa muito importante que o Simon descobriu e que eu tive que aprender a fazer é resetar o Arena depois de combar. Explicando mais em detalhes: Quando você comba e tem uma Trelassara na mesa, ou duas fontes de ganho de vida (Soul Warden, Ajani Welcome), a stack de triggers do Arena chega a ter centenas de habilidades. Quando o seu relógio acaba, o arena começa a resolver elas automaticamente. O problema é que isso toma muito tempo (resolver a animação de cada trigger), e você acaba perdendo a partida por inatividade.

Para contornar isso, a solução é fechar e abrir o Arena, pois quando você entra no jogo, todas os triggers já estarão resolvidas. O mais incrível sobre isso é que o oponente também precisa fechar e abrir o Arena, senão ele é que irá ficar inativo e perder a partida. Nos treinos isso aconteceu pelo menos umas 3 vezes e os oponentes perderam a partida por inatividade.

No final, eu estava 39-9 com o arquétipo (81% de winrate) e 22-3 (88% de winrate) com a ultima versão da lista e as mesmas 75 cartas que eu registraria para o PTQ. De todos os torneios que eu já joguei, esse sem dúvida era o deck mais forte e bem posicionado no meta que eu já tive.

Os decks que eu não gostaria de enfrentar eram os de Hushbringer e outros hate-bears que atrapalham bastante o plano A e B do deck, e também Ugin, umas das poucas cartas capaz de lidar com Heliod e toda a minha mesa após combar. O deck de Enchantress era outro deck complicado, pois tem as ferramentas para lidar com as minhas cartas chaves.

Um outro deck que vale a pena comentar, e que estava bastante no hype nas vésperas do torneio era o Bant Blink. Eu não tinha muito receio dessa match. Não que seja um match fácil, mas sim porque é um match que o combo de esquilos resolve a partida, independente de quanto valor com os blinks o deck consiga gerar. Portanto o duelo de Heliod vs Skyclave é o que importa nessa match.

O Torneio

A estrutura do torneio era double elimination, ou seja, 2 derrotas e adios. Curiosamente, a primeira vez que eu ouvi falar sobre campeonato double-elimination foi no filme nesse filme do Stallone: Falcão Garrafinha de água para manter o cérebro hidratado, boné para trás e bora pros duelos.

Essa foi a lista que eu registrei: GW Twin

Sideboard:

Um breve comentário sobre as escolhas de sideboard

  • 2 Declaration in Stone - Phoenix, Serra, Korvold. Em geral, criaturas incovenientes.
  • 2 Dromoka's Command - vs Mirror, pois é uma maneira de lidar com Heliod
  • 2 Skyclave Apparition - Boa carta contra matches de criatura. Substituto natural do Ranger-Captain
  • 2 Ajani, Strength of the Pride - No Mirror e contra Control.
  • 2 Thalia, Guardian of Thraben - vs Phoenix e Control. Melhor quando se está na play
  • 1 Yasharn, Implacable Earth - vs decks de Sacrificio/Citadel
  • 1 Rest in Peace - vs grave
  • 1 Giant Killer // Chop Down - Bom one-of para pegar com Ranger-Captain
  • 1 Gideon Blackblade - vs Control
  • 1 Cleansing Nova - vs Affinity e Enchantress, podendo ser usada na draw vs decks muito aggro.

Round 1: BG Food

Deck List

Video 

Oponente tinha Thoughtseize e Necromentia no sideboard para quebrar o combo de esquilos. Em compensação, não havia mais spot removals, além dos 3 Fatal Push, 1 Bone Shard e 2 Mortality Spear do main deck.

G1 foi um jogo em que eu perdi o quarto land drop por alguns turnos, mas pelo menos as duas Skyclave apareceram para lidar com um forno e um Revanous Squirrel. Ao finalmente comprar a quarta land para a company, o oponente expôs o Lurrus no ataque. Na company vieram 1 Trelassara, 1 Ranger-Captain e 1 Soul Warden. Com um Ajani Welcome na mesa e um Oak na mão, a Trelassara era óbvia para usar o Scry e tentar achar logo o Heliod. Optei pela Soul Warden ao invés do Ranger-Captain, para ter scryes adicionais. Na sequencia o oponente deixou todas as habilidades da Trelassara resolverem, ao invés de usar o Mortality Spear com o ganho de vida na pilha. 3 cartas foram para o fundo, e no topo estava outra Company. No turno seguinte o ataque com Lurrus foi feito novamente, a Company achou duas Trelassaras, e dessa vez não havia remoção e o Lurrus foi para o cemitério. O mais importante foi que o Heliod estava no topo do deck. 2 turnos depois consegui fechar o combo e levar o G1.

No G2, houve uma decisão importante entre fazer o Heliod recém comprado ou a Company. Optei por fazer o Heliod, por ser uma carta chave nesse match, pois é muito dificil do BG tirar ele da mesa, e eu corria o risco de tomar um Thoughtseize ou Necromentia. Usei a Declaration in Stone para lidar com o Ravenous Squirrel, e acabei menosprezando o poder de ganso com oven e trails. Em questão de 2 turnos, minha vida foi de 16 para 0 e eu morri sem a chance de castar a minha Company.

G3 keepei uma mão com 2 Voice e 2 Heliod na play. Seize tirou o primeiro voice da mão e um fatal push lidou com que entrou na mesa. Fiz o Heliod no T3, e comprei meu 1-of Yasharn que travou todo o desenvolvimento do BG Food. Alguns turnos depois, respondi ao Mortality Spear no Yasharn com uma Company, que fechou o combo e a partida.

Resultado: 2-1

Sideboard: +2 Declaration in Stone, +1 Yasharn, +2 Skyclave Apparition, -2 Ranger-Captain, -1 Selfless Savior, -1 Voice, -1 Lunarch

Round 2: MonoR Control

Deck List

Video 

Enfrentar um deck fora do radar e que ainda tem uma carta que você não quer ver do outro lado (Ugin), sempre traz uma emoção a mais para a partida.

G1, o deck fez o melhor saindo na draw. T3 Heliod (com Oak na mão), T4 Company que achou um Ranger-Captain e uma Trelassara. A Trelassara toma a remoção (mas o oponente fica full tapped) e o Captain busca a Sould Warden para fechar o combo. Ainda compro uma Sould Warden #2, que me permite combar a atacar para letal no mesmo turno, mas isso era irrelevante, pois eu poderia simplesmente combar no meu turno, sacrificar o captain na upkeep do oponente, e atacar para letal no turno seguinte. Não fiz alterações no sideboard para o G2. Thalia seria uma boa carta, mas gosto dela mais no play do que quando estou na draw.

G2: Oponente mulliga para 5, e faz um Ugin no T5 que eu simplesmente não tenho como responder.

G3, trago as 2 Thalias para o deck. Mulligo para 6, perco meu 3 land drop enquanto o oponente acelera o jogo com uma mind stone, Chandra, Dressed to Kill e a Awakened Inferno.

No meu turno eu tenho 2 opções, Combar com o Oak ou passar para fazer a company no passe. A vantagem de combar no meu turno é que eu aproveito que o oponenente está full tapped, e o oak não corre risco de tomar remoção. A desvantagem é que um Ugin na volta é praticamente gg. No entanto, a opção pela company também é problemática, pois um Ugin continuaria limpando a minha mesa, e no máximo eu teria duas criaturas 2/2 na mesa, contra uma board com 2 Chandras e 1 Ugin, além de correr o risco de tomar remoção no Oak. Em qualquer cenário eu não ganharia de Ugin, portanto optei por combar no meu turno. Por sorte o Ugin não veio, a Chandra limpou os token e eu fiquei com um Oak gigante na mesa. Após alguns turnos do oponente dando chump block no Oak com as man-lands consegui bater para letal e levar a partida.

G3: Sideboard: +2 Thalia, -1 Selfless Savior, -1 Skyclave Apparition

Resultado 2-1

Foram só 2 rounds, mas 2 matches duríssimos (2-1 e 2-1). E o dia só estava começando.

Round 3: BG Food

Deck List

Video 

Lembram que eu falei que Necromentia era uma carta que quebrava o combo. Meu oponente nesse round tinha 1 no main deck. Por sorte eu estava na play, e estava bem seguro que conseguiria fazer meu Heliod no T3. Porém o oponente tinha outros planos. Um Shambling Ghast no T1, e uma Phyrexian Tower no T2, lhe permitiram castar a Necromentia, e lá se foram todos os meus Heliods para o exilio. De consolação, eu ganhei um token 2/2. As duas companies da mão teriam que fazer trabalho dobrado agora, achando Voices e Trelassara's. A segunda company achou outra Voice que bateu 15/15 em seguida e selou a partida.

G2, consegui fazer o Heliod no T3 sem empecilhos, e com 1 Oak na mão. Só estava faltando a fonte de ganhar vida para fechar o combo agora. Enquanto ela não vinha, as Skyclaves foram me ganhando tempo removendo os Ravenous Squirrels. Após um ataque, o oponente ficou full tapped para fazer um token de food, e isso abriu a porta para eu resolver o Oak e combar para fechar a partida.

 

Sideboard: +2 Declaration in Stone, +2 Skyclave Apparition, +1 Yasharn, -1 Lunarch, -1 Selfless Savior, -1 Trelassara, -2 Ranger-Captain

Resultado 2-0

Round 4: Abzan Humans

 Deck List

 Video

Você sabe que está indo bem no torneio quando te chamam para a área de feature match. Estando 3-0, era a hora de enfrentar oponentes cada vez mais difíceis e que também estavam tendo um dia bom.

O match contra GW Humans é um dos mais favoráveis para o GW Heliod, porém eu nunca havia jogado contra Abzan Humans, e teria que ter cuidados com a Skyclave Apparition e Dire Tactics, além de muita atenção na hora de expor meu Heliod. Vocês podem ver isso no G1, quando eu resolvo fazer o Ranger-Captain após o ataque, usando o Lunarch de isca para o Dire Tactics. Mesmo perdendo 2 Heliods nos turnos seguintes, o seu trabalho estava feito, pumpado um Lunarch 6/6 e um Ranger-Captain 5/5 que garantiram a vitória.

No G2, minha Soul Warden tomou fatal push e optei por fazer primeiro a Voice, por ser a criatura menos relevante. Trelassara me geraria mais valor pelos scryes. Fiz a troca da Voice pelo tenente pois não tinha como ganhar vida nos próximos turnos e o tenente cresceria a ponto de me colocar num clock incomodo. O abzan fez o que tinha de melhor ao tirar o Heliod da minha mão com o Spellbinder e descartar minha company com o Thoughtseize. Ai é o momento de se refazer os planos. Não quis fazer o Heliod na primeira oportunidade para não expo-lo a uma Skyclave sem gerar valor nenhum. Estavamos numa race, e imagine que um ataque com lifelink me colocaria em vantagem. Isso não se concretizou, pois duas remoções limparam a minha mesa e o Spellbinder finalizou o serviço, ganhando a race para o oponente.

Sideboard: +2 Skyclave, +1 Ajani, Strenght of the Pride, +1 Cleansing Nova, -1 Lunarch, -1 Selfless, -2 Ranger-Captain

Para o G3, faço uma pequena alteração, tirando uma Cleansing Nova e colocando um Dromoka para tentar ser um pouco mais proativo na partida, principalmente pelo fato de estar na play agora.

Sideboard: +1 Dromoka, -1 Cleansing Nova

Comecei a partida muito bem, apesar do Thoughtseize na Company. Tendo um Ajani Welcome na mesa, 2 Voices e 1 Trelassara colocaram muita pressão desde o inicio do jogo. Eu ainda tinha o plano B de combo com Oak na mão mas nem foi necessário e a partida acabou rapidamente.

Resultado 2-1

Round 5: BG Food

Deck List

Video

G1 foi uma partida atípica, pois eu estava na play, com Ajani Welcome e Trelassara, e não consegui passar da segunda land, mesmo com o scry. Isso deu tempo do Ravenous Squirrel ficar gigante do outro lado e me matar em poucos turnos.

No G2 o deck me recompensou, e com duas companies, consegui fechar o jogo rapidamente no T5.

G3, vim com uma mão muito boa. Tanto com o plano A (1 Voice e 1 Trelassara), quanto o plano B (Heliod+Oak). Arrisquei o combo que tomou a remoção instantaneamente, e sem dúvida essa foi a partida que ter 4 Ajani Welcome no deck fez a diferença, pois mesmo floodado, consegui fechar a partida via 3 Ajani Welcome, 1 Heliod e um Castelo. Alguns turnos depois veio outro Oak, que castei com o oponente full-tapped dessa vez, e mais uma vitória estava garantida.

Sideboard: +2 Declaration in Stone, +2 Skyclave Apparition, +1 Yasharn, -1 Lunarch, -1 Selfless Savior, -1 Trelassara, -2 Ranger-Captain

Resultado 2-1

Round 6: Tainted Pact

Deck List

Video 

O que dizer dessa match? Dois decks de combo, onde o meu era 1-2 turnos mais rápido, porém o deck de Tainted Pact tinha interações que atrapalham esses planos.

No G1, consegui estabelecer minha board, precisando apenas acertar um Heliod na company para ganhar o jogo, porém a company não achou o Deus. Apesar da pressão, o Tainted Pact fechou o jogo no turno 6.

G2 não tive muito o que fazer, ele lidou com a minha Thalia, fez Tainted Pact no T4 e fechou o jogo no T5. Minha invencibilidade estava quebrada, e agora não havia mais continues. Era só vencer e vencer pelo resto do dia. Agora em todo round eu torcia para alguém derrotar esse deck, pois seria muito difícil ganhar o PTQ com esse deck vivo por ai.

Sideboard: +2 Thalia, +1 Gideon, -1 Lunarch, -2 Skyclave

Resultado 0-2

Round 7: Bye

Pela natureza do torneio ser double elimination, fui agraciado com esse Bye, que veio num momento oportuno, dando a oportunidade de esfriar a cabeça e descansar um pouco até o próximo round.

Round 8: Izzet Phoenix

Deck List

Video 

G1: 2 Ajani Welcome com Heliod e os drops2 garantiram a pressão necessária para levar a partida e não se incomodar com um Drake que ficava enorme a cada turno.

G2: Parecia uma partida bem favorável, porém alguns bounces e 2 Drakes me colocaram contra a parede. Ainda arrisquei uma company que tomou Spell Pierce e isso selou a partida.

Mais um G3, pelo menos na play agora.

Uma jogada para se discutir foi essa:

 

Fazer uma Thalia antes de atacar com a Trelassara que estava 4/4. Com duas manas eu corria o risco de perder a Trelassara para um chump block da DRC + Abrade. Fiz a Thalia, e tomei um bounce em resposta na Trelassara, o que não foi de tudo ruim, pois agora a Thalia atrasaria bem os próximos turnos do oponente.

Aqui cometi um erro ao não fazer o Ajani Welcome neste turno, e fiquei com o Giant Killer aberto para remover um futuro Drake. O Drake veio, porém estava 3/4, fora do alcance do killer. 

Com 4 de vida, comprei a company que salvou o meu campeonato.

Ainda corria o risco de perder caso ele compra-se outro Brazen ou Unholy Heat, só havia mais um land no topo dele e eu ganhei a partida

Sideboard: +1 Giant Killer, +1 Declaration in Stone, +1 Rest in Peace, +2 Thalia, -1 Lunarch, -3 Scurry Oak

Resultado 2-1

Round 9: Izzet Phoenix

Deck List

Infelizmente essa é a única partida que não tenho o video, então tenho que reconta-la da minha memória.

Nesse momento restavam apenas 6 jogadores no torneio. Haviam 2 Phoenix, 1 Tainted Pact, 1 BG Food e 1 Azorius Control). O único invicto até o momento era o Tainted Pact. Fui pareado contra um deck de Phoenix novamente, e a grande diferença em relação à rodada anterior era que esse deck tinha menos Crackling Drake, e um misto de Sprite Dragon, Drake, Demilich e Pyromancer, além do básico 4 Phoenix, 4 DRC.

Primeira partida foi meio desanimadora, pois estava no play e não consegui comprar o land #3 por vários turnos e tive uma morte rápida.

Na segunda partida o deck rodou bem, consegui impor pressão no inicio da partida com uma Voice of the Blessed que cresceu rapidamente. O oponente até chegou a colocar duas Phoenix na mesa, em modo de defesa, mas um Declaration in Stone liberou o caminho para atacar para a vitória.

E chegamos ao G3. Lembrando que o plano de sideboard contra Phoenix é de dar side-out nos Oak, e focar no plano A (agressão). Nesse jogo a Thalia entrou muito bem, atrasando bastante o jogo do oponente. Uma Voice e um Heliod ativo na mesa, graças ao Ajani Welcome colocaram muita pressão, mesmo com um Grim Lavamancer do outro lado. A pressão foi bastante, a ponto do Phoenix não conseguir desativar a devotion, o que fez Heliod bater por 2 turnos seguidos e me levar à vitória.

Sideboard: +2 Declaration in Stone, +1 Rest in Peace, +2 Thalia, -1 Lunarch, -3 Scurry Oak

Resultado 2-1

E lá estava eu mais uma vez num top4 de PTQ. A outra vez que isso havia acontecido foi em 2008, durante o GP Buenos Aires. Como eu não havia feita day2, fui jogar o PTQ no dia seguinte, formato bloco construído de Lorwyn. Deck de Fadas, com Bitterblossom, Comando Críptico.. que deck gostoso de jogar. No top4 daquele ano perdi para outro Brasileiro, o Elton Fior, que acabou ganhando o evento e a vaga para o PT Berlim.

Era hora de subir mais um degrau, mas para isso eu teria que vencer o deck de Tainted Pact que havia me destruído no round 6. A boa notícia é que o Tainted Pact havia perdido no round anterior, o que significava que não havia mais invictos no torneio. A partir de agora era tudo single elimination.

Top 4: Tainted Pact

Deck List

Video

Apesar de estar na draw, eu tinha uma mão boa, com Soul Warden e Trelassara. Uma decisão importante aconteceu no T3, onde fica a pergunta se eu deveria exilar ou não a Narset com Skyclave. Eu opto por exilar, pois nesse deck de Tainted Pact, cada ativação da Narset é muito forte, e ao mesmo tempo eu preciso encerrar a partida o mais rápido possível, portanto não poderia desperdiçar um ataque da Trelassara atacando a Narset. Mesmo que eu tomasse uma remoção na Skyclave no futuro, isso também atrasaria o combo do Tainted pact. No turno seguinte a company achou um Heliod e isso foi o suficiente para fechar a partida antes do Tainted resolver. Nada mal para um jogo que você está na draw.

G2, fiz o mesmo sideboard que havia feito no round 6, com Thalia e Gideon, praticamente as únicas cartas no meu sideboard que eram relevantes nessa partida. Fazer o Gideon no T3 foi fundamental nessa partida, pois me dava o clock e pressão para fechar o jogo o mais rápido possível. No Turno 4, optei por fazer o Ranger-Captain ao invés da Company, pois isso me abria a possibilidade de arriscar uma company no turno seguinte e fechar o combo. Um gancho em resposta eliminou essa possibilidade, e me deu duas opções no turno 5. Passar e fazer a Company no passe, ou descarregar o Ajani Welcome, Lunarch e Voice da Mão. Optei por descarregar a mão, pois seria desastroso fazer a Company no passe, e tomar um counter/gust. Dessa maneira eu teria uma mesa forte, podendo ameaçar letal no turno seguinte. Obviamente que isso seria ruim caso eu tomasse um sweeper na volta, mas existem certas cartas que você simplesmente não pode jogar em volta.

O plano deu certo, o que acabou forçando o deck de Tainted Pact a procurar o combo desesperadamente. Ele não achou todas as peças e consegui ganhar o game e partida.

Sideboard: +2 Thalia, +1 Gideon, -1 Lunarch, -2 Skyclave

Resultado 2-0

O sonho estava ali na frente, só mais uma partida me separando do convite para jogar o próximo Set Championship. As boas notícias foram que o BG food ganhou da Phoenix no outro top4, e eu já havia vencido 3 BG Food ao longo do dia, inclusive o oponente da final. Obviamente a variância existe e numa final tudo pode acontecer. A matchup era favorável sem dúvida, mas o jogo só acaba quando termina.

Final: BG Food

Deck List

Video

Foram duas partidas rápidas que vocês podem acompanhar na coverage do evento. No G1 mulliguei para uma mão muito boa de 6 cartas, com as 3 peças do combo na mão. Fiquei decidindo se colocava a Company ou o Ajani Welcome #2 no fundo. Imaginei que o jogo poderia se prolongar um pouco e que a company seria um plano de backup, caso o Oak tomasse uma remoção. Ficar com a Ajani #2 era mais ambicioso, para garantir um combo que que ignora-se o gancho.

No turno chave em que eu combei, alguns podem achar que eu cometi um erro ao fazer Voice+Oak ao invés de Soul Warden + Oak. A explicação para isso tem um pouco haver com minha confiança no Arena e na minha internet. Ambas opções ganhavam o jogo. Fazendo a Voice+Oak eu teria uma criatura enorme com vigilancia, indestrutivel e recebendo o lifelink do Heliod, não ganhava o jogo na hora, mas tornava impossível de perde-lo. Soul Warden+Oak me permitia criar um monte de token de esquilos, colocar marcadores suficientes em cada um deles para não morrer para um gancho e bater letal na volta. Optei pela opção que gerava menos cliques e tomava menos tempo. Meu oponente concordou, concedendo rapidamente o game.

G2, keepei uma mão de 7 razoável com 3 lands e 1 Company, além de 1 Declarion in Stone e 1 Skyclave apparition, que me dava tranquilidade de não ser rushado por Ravenous Squirrel. No turno 2 meu oponente fez um Thoughtseize e tirou minha company. Era uma escolha difícil, pois Trelassara mais o Ajani Welcome na mesa me dariam muita vantagem para manipular o topo do meu deck e achar as cartas que eu precisava. No meu turno 3 fiz um Skyclave muito mais pelo fato do scry do que pela remoção da ganso. Na sequencia comprei um Heliod e quando o scry mostrou que um Oak estava no topo abri aquele sorriso. Hoje não escapava, a vitória estava ali na frente. Fiz a Declaration in Stone para garantir que o oponente ficaria full tapped (caso contrário um sac de food mais fatal push matariam meu Oak). Como esperado, ele ficou full tapped para comprar carta com o esquilo e a partir dai o caminho estava livre para a vitória.

Sideboard: +2 Declaration in Stone, +2 Skyclave Apparition, +1 Yasharn, -1 Lunarch, -1 Selfless Savior, -1 Trelassara, -2 Ranger-Captain

Resultado 2-0

Conclusão:

É isso, a jornada foi longa e o dia inesquecível. Uma sensação engraçada. A partida acabou por volta as 23hs da noite e eu praticamente não consegui dormir devido a toda adrenalina circulando no meu corpo, repassando cada partida na minha cabeça. Nos dias seguintes a ficha ainda não havia caído. Fiquei até chateado, pois me dei conta que eu não poderia acompanhar o coverage do championship pois estaria jogando o evento.

Enfim, depois de tantos meses jogando arena diariamente estou há dias sem abrir o Arena para jogar uma partida. Não tenho mais qualifiers ou ladder para jogar, nem o formato e a data que acontecerá o Kamigawa Championship. Em compensação, escrever esse report e rever minhas partidas me ajudam a refletir e identificar que ainda há muito o que melhorar nesse jogo. Não basta só jogar bem, mas isso também ajuda a quebrar o mito de que para ganhar um torneio você não pode errar. Cometi vários erros ao longo do dia, e por sorte eles não me custaram uma partida e encerraram meu torneio de forma precoce.

Agradecimentos ao Jeff Hoogland por todo o trabalho que ele realiza na comunidade de magic e por essa conquista de finalmente poder premiar seus torneios com um invite para o championship. Novamente agradecimento ao Simon Nielsen por toda a preparação que tivemos para esse torneio, e me convencer a manter os ranger-captain no deck, ao invés de usar Elite Spellbinder no lugar, entre tantos outros ensinamentos e aprendizados.

Para todo mundo que torceu para mim, meu grupo de Zap, pessoal da HG, meu muito obrigado. Poder jogar um Pro Tour é o sonho de qualquer jogador competitivo, e espero dar o meu melhor nesse torneio e representar bem o Brasil. Foram 16 anos na espera desse momento, e sei o quanto difícil é ter outra oportunidade dessas. Até a próxima!

domingo, 13 de junho de 2010

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Primeira Vagas Decididas

Victor Fernandes Silva vence o Polimorph de Márcio por um tenso 2x0 e garante sua vaga no Nacional.

Victor Fernandes Silva vence o Polimorph de Márcio por um tenso 2x0 e garante sua vaga no Nacional.

Com 16 cartas no side, Lucas Giggs perde a segunda partida e, por 2x0, João Slight vence e está no Nacional.

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Top 8 Decks

Os finalistas estão jogando de: Jund, Vampiros, Esper, Planinaltas, Polimorph e 3 Mythic Conscription.

Qual deles levará seu dono ao Nacional?

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Top 8

Rogério Muniz x Marcio P Almeida

Luciano Luquette x Victor Fernando Silva

Joao Marcos Aquino x Luiz C Mussa Barbera F.

Lucas Hervas x Eduardo Carvalho

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Top 19 após os 8 Rounds

21 pontos:
1 Rogério Muniz
20 pontos:
2 Eduardo Carvalho
3 João Marcos Aquino
4 Victor Fernando Silva
19 pontos:
5 Luciano Luquette
6 Luiz C Mussa Barbera Filho
7 Lucas Hervas
8 Marcio P Almeida
9 Edson J Teixeira
18 pontos:
10 Clayton F Leite De Farias
11 Lucas Franco
12 Murilo Camargo
13 Matheus Hruschka
14 Leonardo Siqueira
15 Renan Sobrinho
16 Paulo Ribeiro Rolim
17 Matheus Akio Yanagiura
18 Fábio A Oliveira
19 MArcos Paulo de Jesus Freita

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Feature Match Round 7

Edson J “Maka” Teixeira x Danilo F Silva

Edson ganha no dado, escolhe começar e rapidamente demonstra estar contente com sua mão, já Danilo não demonstra o mesmo interesse e resolve mulligar.

Os dois jogadores passam os dois primeiros turnos fazendo apenas terrenos e o jogo muda de panorama quando Edson faz um Thrinax seguido de um Goblin Ruinblaster destruindo um Colonnade de Danilo.

Danilo não consegue passar do terceiro terreno, enquanto Edson já o deixa com 9 pontos de vida, após um Putrid Leech fazer companhia as outras duas criaturas. No turno seguinte Danilo não encontra novamente um terreno e já vamos para o game 2.

Edson J “Maka” Teixeira 1 x 0 Danilo F Silva

Danilo começa com Hierarch e logo em seguida Lotus Cobra seguido de Firewalker, enquanto Edson abre de Savage Lands e no segundo turno mais um terreno virado.

Danilo agora faz um Reliquary que rapidamente é respondido por um Doom Blade. Os pontos de vida de Edson vão rapidamente diminuindo e a situação fica pior quando Great Sable stag entra em jogo. Edson tenta procurar uma resposta ao fazer Bloodbraid qrevelando Blightning. No turno seguinte Danilo compra uma Elspeth, que dá +3/+3 para o Stag e já vamos para o game 3.

Edson J “Maka” Teixeira 1 x 1 Danilo F Silva

Edson começa de Savage Lands, enquanto Danilo abre de fetch BG, buscando uma floresta e fazendo um Hierarch em seu primeiro turno. Edson não gosta do Hierarch e em seu segundo turno responde com um Doom Blade no Hierarch.

Danilo faz o segundo Hierarch para substituir o primeiro, enquanto Edson faz Blightning mandando Jace e Escort para o cemitério. Danilo faz um Firewalker, enquanto Edson faz um novo Blightning levando Gideon e Hierarch também para o cemitério.

Edson faz um Malakir seguido de Bloodbraid revelando Lightning Bolt que tem como alvo o Hierarch de Danilo. Danilo agora já está com 10 de vida e as coisas não parecem ir muito bem.

Malakir visita novamente Danilo o levando para 6 de vida e agora Putrid Leech faz companhia as demais criaturas de Edson. Danilo faz mais um Firewalker, mas ainda não encontra resposta para o Vampiro proteção ao branco.

Edson transforma Raging Ravine em criatura e ataca junto com Leech, Bloodbraid e o Malakir - jogo resolvido e Edson está mais próximo do Top 8.

Edson J “Maka” Teixeira 2 x 1 Danilo F Silva

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Feature Match Round 6

Leandro “Stalker” Meili x Joao Marcos “Slight” Aquino

Ambos jogadores resolvem ir com sua mão inicial. João faz sua primeira mágica no segundo turno através de uma Lotus Cobra enquanto Leandro passa seus dois primeiros turnos só fazendo terreno.

Lotus Cobra sai logo de jogo devido ao Lightning Bolt, mas Joao logo responde fazendo Birds of Paradise e Hierarch no mesmo turno. Leandro não demonstra muita reação e segue fazendo terrenos, enquanto João faz uma Elspeth dando +3/+3 para sua Aves.

Leandro finalmente faz uma criatura e seu Bloodbraid Elf revela um Lightning Bolt ajudando a remover de jogo a Elspeth, que entrou no turno passado.

Em seu turno Joao faz mais uma Aves do Paraiso e um Dauntless Escort. Leandro ataca com Bloodbraid levando Joao a 15 de vida e depois do ataque faz um Ranger of Eos buscando 2 Hanas.

Com ajuda de 2 aves e 1 Hierarch, Joao resolve um Eldrazi Conscription de sua mão atacando com um Dauntless Escort 14/14. Leandro não tem nenhuma resposta e o game termina um turno depois.

Leandro “Stalker” Meili 0 x 1 Joao Marcos “Slight” Aquino

Mais uma vez os dois jogadores decidem ir com suas mãos e Leandro tem um início um pouco mais agressivo do que o ultimo game, fazendo de segundo turno um Survivalist, enquanto Joao responde com uma Lotus Cobra que rapidamente visita o cemitério após receber um Raio em sua cabeça.

Joao Marcos volta fazendo mais uma Lotus Cobra, que desta vez tem a companhia de um Rhox War Monk. Em seu turno Leandro faz Bloodbraid Elf, que revela um Blademaster.

João promete mudar o rumo da partida quando em seu turno faz um Baneslayer Angel. No próximo turno Joao faz um Hierarca e um Escort, mas na hora de atacar é impedido por um Naya Charm.

Em seu turno Leandro faz Oblivion Ring no Baneslayer e ataca com sua tropa. João volta de Elspeth dando +3/+3 para o Rhox War Monk invertindo as posições na mesa.

Leandro tenta responder fazendo mais um Survivalist e mais um Blademaster e atacando com suas criaturas para uma Elspeth que é salva por um Dauntless Escort protegente seus bloqueadores.

Novamente 7/8 War Monk visita o lado de Leandro fazendo com que Le fique com 5 de vida, enquanto Joao vai a 22.

Uma Oblivion Ring pelo lado de Leandro com alvo na Elspeth o faz respirar por mais alguns turnos e agora são os Aliados que partem pra cima de João, fazendo com que João fique com 10 pontos de vida.

Leandro agora tem 5 Aliados atacando para cima de João que não resiste e vamos para o game 3.

Leandro “Stalker” Meili 1 x 1 Joao Marcos “Slight” Aquino

João permanece com suas cartas iniciais, enquanto Leandro tenta melhor sorte com novas 6 cartas. João começa de floresta, Aves, enquanto Leandro abre de planície e Hada Freeblade e no segundo turno um Survivalist, levando João a 18 de vida.

João volta fazendo Lotus Cobra e uma Elspeth colocando um token de soldado na mesa protegendo sua pele e seu Planeswalker da ameaça dos aliados.

Leandro resolve um Blademaster e resolve atacar com seus 2 aliados para cima de João, deixando o com 12 de vida. João respira aliviado quando em seu próximo turno coloca em jogo um Baneslayer Angel e mais um token de soldado na mesa.

Leandro não consegue achar uma fonte vermelha, mas Ranger os Eos entra em jogo procurando por 2 Hadas, que vão direto para mão de Leandro. Baneslayer Angel com ajuda de Elspeth deixa Leandro com 12 de vida e faz com que Joao volte a ter os 20 pontos iniciais.

Para melhorar a situação de João, antes de passar o turno, uma segunda cópia de Baneslayer Angel entra em jogo. A segunda cópia de Baneslayer é respondida por uma Oblivion Ring e os Aliados fazem com que João passe a ter 6 pontos de vida.

João volta transformando seu terreno GW em criatura e aproveitando da habilidade de Elspeth, junto com um Baneslayer Angel, o terceiro game está decidido.

João Marcos já pode comemorar, o Top 8 é praticamente certo.

Leandro “Stalker” Meili 1 x 2 Joao Marcos “Slight” Aquino

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Feature Match Round 5

Paulo “Teddy” Sante x Eduardo Carvalho

Os dois jogadores resolvem permanecer com a mão inicial. Teddy começa o jogo fazendo Nest Invaders no 2º turno enquanto Eduardo faz um Spreading Seas no Oran Rief de Teddy.

Wall of Omens visita a mesa pelo lado de Eduardo que após bloquear um ataque do Invaders vai direto ao cemitério depois de um Lightning Bolt. Eduardo faz uma Jace e resolve devolver o Nest Invaders de Teddy para mão, que sofre por não ter acesso a mana verde por causa do Spreading Seas.

Teddy não demonstra muita reação sem fontes de mana verde e as coisas começam a ficar complicadas quando no próximo turno Eduardo faz uma Elspeth colocando um token em jogo.

Em más lençóis Teddy assiste Eduardo resolver uma Ajani Vengeant e no turno seguine um Gideon, os super amigos agora estão completos para sorte de Eduardo e azar de Teddy.

Enquanto Teddy não consegue demonstrar reação sem fonte de mana verde, Eduardo continua colocando marcadores em seus Planeswalkers e poucos turnos depois resolve conceder.

Paulo “Teddy” Sante 0 x 1 Eduardo Carvalho

Teddy começa novamente de Oran Rief, enquanto Eduardo começa de fetch RW. Teddy não parece muito animado e em seus três primeiros turnos não faz nenhuma mágica, já Eduardo novamente usa Spreanding Seas para dificultar as coisas para Teddy.

Teddy em seu quarto turno resolve um Garruk, que logo trata de colocar uma besta 3/3 em jogo. Eduardo usa Oblivion Ring para lidar com Garruk enquanto Bloodbraid, mesmo tendo que colocar um Terminate no fundo do grimório, faz companhia a besta de Garruk e devido ao bônus de +1/+1 do Oran Rief, Eduardo vai a 12 de vida.

Eduardo segue na defensiva e coloca uma Ajani Vengeant em jogo mantendo a besta virada e usa um Path para tirar o Bloodbraid de jogo. Após o ataque Teddy faz um Blightning com alvo na Ajani fazendo com que Eduardo descarte 2 Spreading Seas.

No turno seguinte Eduardo resolve uma Jace, devolvendo a besta 3/3 para o limbo. Teddy já sem muitas opções, possui apenas uma carta na mão, após usar um Maelstrom Pulse na Jace de Eduardo.

Eduardo continua fazendo sua Ajani crescer mantendo um terreno de Teddy virado, enquanto Wall of Omens entra em jogo para proteger a Ajani. Teddy resolve um Siege-Gang Commander, que de imediato já sacrifica um goblin com alvo na Ajani, mas no turno seguinte Eduardo tem um Day of Judgment para lidar com o comandante e sua tropa.

Teddy usa um novo Pulse para lidar com a Ajani e os dois jogadores só possuem terrenos na mesa. Por sorte de Eduardo, um desses terrenos é um Colonnade, que leva Teddy a 14 pontos de vida.

O jogo prossegue com Teddy só fazendo terrenos e Colonnade levando Teddy a 6 pontos de vida. Teddy resolve um Blightning, mas já era tarde demais, Colonnade e o flood de terrenos de Teddy dão final a partida.

Paulo “Teddy” Sante 0 x 2 Eduardo Carvalho

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Pairings Round 5









[Cobertura Classificatório Magic Domain] Feature Match Round 4

Luiz C “Mussa” Barbera Filho x Leandro “Leca” Fuzari

Leandro ganha no dado e escolhe começar. Depois de um bom tempo pensando, Leandro prefere mulligar e tentar a sorte com uma outra mão, enquanto Luiz Mussa permanece com a mão inicial.

Leandro começa de floresta Hierarch, enquanto Luiz faz Colonnade. Em seu segundo turno Leandro faz fetch RW buscando montanha e o Reliquary, que entra em jogo mostra que Leandro está de Naya.

Mussa apenas faz fetch BG, enquanto Leandro adiciona outro Hierarch à mesa e bate 5 com seu Reliquary, levando Mussa a 15 de vida. É a vez de Mussa fazer a sua cópia de Reliquary, mas não é suficiente para segurar o Reliquary 5/5 de Leandro, que leva Mussa a perigosos 9 de vida.

Após o ataque Leandro resolve um Stoneforge Mystic buscando Behemoth Sledge e faz uma segunda cópia de Reliquary deixando a situação de Mussa perigosa.

Mussa tenta responder fazendo em seu turno Lotus Cobra e uma Jace devolvendo um dos Reliquarys de Leandro para sua mão.

Mussa bloqueia o Reliquary de Leandro com seu Reliquary buscando uma Sejiri Steppe e fazendo com que seu Reliquary fique vivo, enquanto o de Leandro visita o cemitério.

Mussa usa a Jace para devolver novamente o Reliquary restante de Leandro para sua mão e resolve um Sovereigns, que devido sua habilidade ataca Eldrazi Conscription ao Reliquary atacante.

Após o ataque, Mussa passa o turno, Leando compra e sem resposta concede o game.

Luiz C “Mussa” Barbera Filho 1 x 0 Leandro “Leca” Fuzari

Mussa mantém suas 7 cartas iniciais enquanto Leandro novamente mulliga. Nos dois primeiros turnos ambos jogadores apenas fazem terrenos e Leandro começa a se preocupar quando não consegue achar um terceiro terreno.

Por sua sorte, Mussa não demonstra muita ação e em seu terceiro turno apenas faz um Hierarch. Leandro encontra seu terceiro terreno e faz um Sparkmage matando o Hierarch de Mussa.

Mussa faz um Reliquary e apenas passa para Leandro, por sua vez resolver também um Reliquary e matar a cópia do adversário com Lightning Bolt.

Mussa faz Baneslayer Angel, que rapidamente é respondido no turno seguinte por uma Oblivion Ring e recebe um ataque de Reliquary indo a 14 de vida.

Deja-vu! No próximo turno Mussa resolve outro Baneslayer que mais uma vez é respondido por uma Oblivion Ring e mais um ataque do Reliquary leva Mussa a 8 de vida.

Mussa resolve seu terceiro Baneslayer, que desta vez não encontra um Oblivion Ring, mas um Baneslayer Angel do outro lado. Soverenigns of Lost Alara entra em jogo para fazer companhia ao Baneslayer de Mussa, que ataca devidamente encantado por um Conscription, que acabou de ser buscada.

Após o ataque a situação se inverte. Leandro em seu turno faz Ajani Vengeant e mantém o Baneslayer virado, mas é hora de Soverenings of Lost Alara atacar encantado por outro Conscription selando a partida.

Luiz C “Mussa” Barbera Filho 2 x 0 Leandro “Leca” Fuzari

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Pairings Round 4





[Cobertura Classificatório Magic Domain] Classificação parcial

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Feature Match Round 3

Waldomiro “Miro” Ojea Rodrigues x Matheus “Sandoiche” Akio Yanagiura

Para esta rodada teremos dois jogadores conhecidos destas últimas temporadas de Classificatórios, Waldomiro “Miro” que reside em São Paulo e Matheus “Sandoiche”, que veio de Santos tentar pelo segundo ano consecutivo sua vaga para o Nacional.

Matheus “Sandoiche” ganha no dado, mas sua sorte logo avança ao outro lado da mesa, pois acaba tendo que mulligar para 5, enquanto Waldomiro resolve manter a mão inicial.

Os dois jogadores começam de Birds of Paradise, porém o mulligan inicial impede que Sandoiche possa resolver mais terrenos e acaba por perde o 2º land drop, mas graças a Aves resolve uma Lotus Cobra em seu segundo turno. Waldomiro, por sua vez, faz Ranger e busca uma floresta, para no turno seguinte fazer Nest Invader, mostrando que, diferentemente do outro lado, mana não é o seu problema.

Sandoiche finalmente acha um terreno, que vem em forma de fetch UG e com ajuda da Lotus Cobra resolve um Baneslayer Angel em seu terceiro turno. Miro faz fetch BG, buscando uma floresta e resolve Bestial Menace lotando a mesa de criaturas.

Sandoiche parece não ligar para a horda de criaturas e faz Elspeth dando +3/+3 para seu Baneslayer indo a 25 de vida, enquanto Miro chega a perigosos 11 pontos. Por sua vez, no turno seguinte, Miro resolve um Overrun e os 25 pontos de vida mostram-se insuficientes para a horda infurecida.

Waldomiro “Miro” 1x0 Matheus “Sandoiche”

Sandoiche desta vez resolve manter as 7 cartas iniciais, enquanto Waldomiro mulliga para 6. Sandoiche começa o jogo de fetch BG e Hierarch e colocando em seu segundo turno Reliquary seguido de Lotus Cobra. O azar de Sandoiche parece ter ido para o outro lado da mesa e Miro não consegue fazer mais de um terreno, tendo apenas uma Aves do Paraiso e uma Joraga.

Com ajuda de 2 Lotus Cobra, Sandoiche faz Eldrazi Conscription e o segundo game é logo resolvido.

Waldomiro “Miro” 1x1 Matheus “Sandoiche”

Desta vez nenhum mulligan. Miro começa de Llanowar Elves, enquanto Sandoiche inicia o game de Hierarch. Miro, assim como no segundo jogo, tem problemas com terrenos, mas para compensar em seu segundo turno faz mais 2 Llanowar Elves e no próximo Ranger para buscar o terreno desejado e adicionar uma River Boa ao teu lado da mesa.

Sandoiche parece preocupado com o desenrolar do jogo e em seu turno faz Jace usando a habilidade de Brainstorming, em busca de uma resposta para a mesa repleta de criaturas que Miro possui.

Para piorar a situação para o lado de Sandoiche, Miro resolve em seu turno um Garruk, desvirando dois terrenos e preparando o Overrun para o próximo turno e ainda seu turno ataca para retirar Jace da mesa.

Em seu turno Sandoiche tenta desesperadamente encontrar uma solução e faz uma Lotus Cobra que com ajuda de uma fetch land coloca um Baneslayer na mesa. Mas o destino já estava selado, no próximo turno, Miro ativa a habilidade de Overrun do Garruk e mesmo com o Baneslayer não há pontos de vida suficiente para sustentar a partida.
Waldomiro “Miro” 2x1 Matheus “Sandoiche”

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Feature Match Round 2

Leandro “Stalker” Meili x Allan “Oven” da Silva Rodrigues

Para a segunda rodada teremos direto da Amazônia, Leandro “Stalker” com seu Naya Allies enfrentando Allan “Oven” de NLBant. Ambos jogadores começaram com vitória o torneio e querem continuar no mesmo caminho.

Allan ganha no dado e escolhe começar, mas sua primeira mão não é a ideal e parte para o primeiro mulligan. Leandro tem uma melhor sorte e resolve manter as 7 cartas iniciais.

Allan inicia o jogo de floresta e Leandro por sua vez sai de Sunpetal Grove e Ziggurat para Kazandu Blademaster. Allan resolve uma fetch land UG e em seu terceiro turno já tem na mesa 1 planicie, 1 floresta e 1 ilha para resolver seu Sea Gate Oracle.

Leandro faz Survivalist e ataca com o Blademaster levando Alan a 16 pontos de vida. Em seu próximo turno Alan faz Oblivion Ring no Blademaster e passa seu turno após uma Citadel. Leandro no turno seguinte resolve um Evangel e ataca com seu Survivalist devidamente protegido, levando Alan a 13.

Alan faz Wall of Omens e passa seu turno sem muita ação. Leandro em faz Bloodbraid Elf revelandoa um Lightning bolt que retira o Oracle da mesa. Evangel acaba saindo de jogo através de um Path to Exile, mas Bloodbraid e Survivalist partem para cima da Wall, levando Alan a 10 de vida.

Em seu turno Allan resolve um Vengevine, mas permanece na postura defensiva. Leandro faz um Ranger of Eos buscando 2 Hadas Freebale, enquanto seu Survivalist já possui 4 marcadores e parte para cima de Alan, que por sua vez apenas coloca um Vengevine em sua frente para garantir alguns turnos de vida.

Agora é a vez de Alan fazer o seu Ranger of Eos buscando Hierarch e Scute Mob, fazendo com que Vengevine retorne a mesa. Leandro resolve um Naya Charm virando todas as criaturas de Allan e o primeiro game está decidido.

Leandro “Stalker” 1x0 Allan “Oven”

Allan começa o jogo novamente e resolve desta vez manter as 7 iniciais juntamente com Leandro. Allan começo o jogo de Sunpetal Grove enquanto Leandro começa de fetch land RW e mostrando o primeiro de seus aliados, Hana.

Allan faz floresta e Wall of Omens para conter o ímpeto dos Aliados, enquanto Leandro faz Blademaster para continuar com sua postura agressiva. Allan não gosta da idéia e resolve tirar de jogo o Blademaster com Oblivion Ring.

Leandro faz uma Evangel que logo protege a Hana levando Allan a 16 pontos de vida. Em seu turno Allan faz seu quarto terreno e resolve com no primeiro game um defensivo Vengevine.

Leandro resolve um Talus Paladin e ataca com seus Aliados para cima de Allan, o levando a 12 de vida. Allan resolve uma segunda Oblivion Ring e resolve retirar Evangel da mesa. Leandro encontra a segunda Evangel para novamente proteger seus Aliados do Vengevine obrigando Allan a colocar sua Wall of Omens na frente da Hana, que já está 6/6, mas levando um ataque do Paladin e indo a perigosos 8 pontos de vida.

Em seu turno Allan coloca Elspeth na mesa criando 1 token de Soldado, mas quando Leandro resolve uma Oblivion Ring na Ring de Allan, retornando a Evangel para o mesa, novamente o jogo está decidido.

Leandro “Stalker” 2x0 Allan “Oven”

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Feature Match Round 1

Guilherme Loiola x Aparecido “Cidão” do Rosário

Para esta primeira rodada o escolhido para o feature match foi um dos jogadores mais carismáticos e conhecidos da cidade de São Paulo, o Aparecido “Cidão”, que enfrenta Guilherme Loiola, jovem jogador, de apenas 15 anos.

Guilherme ganha no dado e resolve começar. Ambos jogadores estão de vermelho e iniciam o jogo com Quest for the Goblin Lord. Primeiro turno jogado e logo é revelado que teremos um mirror match de Goblins. Guilherme faz no segundo turno Goblin Guide e leva Cidão a 18 de vida.

Cidão faz Warren por dois turnos consecutivos, que morrem facilmente para duas cópias de Flame Slach, após alguns ataques Cidão resolve parar de perder vida e tira Goblin Guide de jogo através de um Lightning Bolt.

Após alguns turnos trocando remoções e goblins, é a vez de Dragon Fodder garantir 2 cópias de goblins para ambos os jogadores.

O primeiro Quest for the Goblin Lord a juntar 5 marcadores é o de Cidão, que após resolver um Ruinblaster, vai pra cima de Guilherme junto com 2 tokens de Fodder já devidamente pumpados.

Guilherme não parece demonstrar muita reação e após Cidão resolver um Siege-gang Commander, as coisas começam a ficar realmente complicadas para Guilherme. O Game 1 está finalizado, quando Cidão resolve um Buchwacker e Guilherme recolhe suas cartas para o Game 2.

Aparecido “Cidão” 1x0 Guilherme

Guilherme mais uma vez opta por começar e abre o jogo de Montanha, Goblin Guide, Cidão não se intimida e vai pelo mesmo caminho, fazendo seu próprio Guide. Guilherme perde o 2º land drop, enquanto Cidão faz sua segunda cópia de Goblin Guide, que acaba morrendo para um Lightning Bolt.
Guilherme acha seu segundo terreno, mas seu Goblin Guide tem o mesmo trágico fim do Guide de Cidão e também recebe um Lightning Bolt na cabeça. Agora é a vez da horda de Goblins aumentar para ambos os lados, quando os dois resolvem Dragon Fodder.

Guilherme rapidamente mata o Goblin Guide e os tokens de Goblin através de 2 Forked Bolt e ataca Cidão, levando-o a 13 de vida. Enquanto Guilherme desta vez não tem mais problemas com terrenos, é Cidão que anseia por um quinto terreno.

Poucos turnos depois é a vez do Chefe Goblin aparecer para ambos os lados, porém um turno depois Cidão finalmente encontra seu quinto terreno e resolve um Siege-gang Commander. Guilherme não tem nenhuma resposta para o líder da gangue e mais uma vez o jogo parece se resolver.

Cidão faz o segundo Chefe Goblin e ataca com sua horda para cima de Guilherme, que nesse momento vai para 6 de vida. Guilherme não agüenta um segundo ataque e a partida é finalizada.

Aparecido “Cidão” 2x0 Guilherme

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Equipe da Cobertura



Apresentando Ricardo "Thorgrim" Mattana e André Mattana, equipe responsável pela Cobertura hoje.

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Fotos #1





Jogadores listando os decks.

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Quick Interviews #2

Qual o deck que você menos deseja enfrentar hoje?



Carlos "White_Ian": Vampiros



André: UW Control



Thiago: Mono Red, por que é bad match.



Fábio Gavaggi: Mono Green Eldrazi

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Rogue Deck - Naya Allies

Next Level Bant? Uw Control? Jund? Que nada... tem jogador hoje apostando no Naya Allies para garantir a tão sonhada vaga para o Nacional.

Direto da Amazônia, meu parceiro de blog, Leandro "Stalker" Meili acredita que o fator surpresa pode ser o grande diferencial em um torneio tão disputado como o Classificatório. Além do que, Leandro garante que a força do deck está na Jibóia e no trabalho em equipe para sair vitorioso no dia de hoje.

O jeito é aguardar as rodadas seguirem para vermos se os Aliados junto com a Anaconda podem levar o marinheiro amazonense a mais uma conquista.

Leandro "Stalker" Meili

[Cobertura Classificatório Magic Domain] Quick Interviews #1

Qual o deck do ambiente que tem a cara do time do Dunga?



Daniel "Naka": UW Tap Out, por que joga na retranca.



Eduardo "EduleKok": UW Control



Azeitona: Planeswalker.dec